
Soa fictício? Pois bem, é exatamente isso que aconteceu – ou vem contecendo – em Buenos Aires. O sexto colocado do atual Campeonato Argentino, o Arsenal de Sarandí, é a sensação recente do futebol platino. Fundado em 1957, o time tem seu principal jogador sentado atrás de uma mesa: Júlio Grondona Jr, o popular Julito, filho do todo-poderoso presidente da Associação de Futebol Argentina (AFA), Júlio Humberto Grondona.
A recente e meteórica ascensão do Arse combina com a ascensão de Julito Grondona. O time, com um orçamento mensal de US$ 90 mil, consegue milagres. Em 2004, estreou na Copa Sul-Americana e foi até as quartas-de-final (eliminou o River Plate e foi eliminado pelo Bolívar). No ano passado, acabou em quinto no Apertura. Este ano começou bem o Clausura, chegou a liderar... antes de cair para a atual sexta posição. O destaque do time vem sendo Pablo Mouché, promessa da Seleção Sub-20 argentina, gentilmente emprestada de graça pelo Boca Juniors. Uma gentileza que não tem rivalidade: o River Plate também já cedeu jogadores para o Arsenal no passado.
O estádio do time, El Viaducto, foi construído em 1964 e reformado em 2004. Ganhou as cores do clube e foi rebatizado. Agora se chama Estádio Júlio Humberto Grondona, com capacidade para 18,3 mil espectadores. A Seleção argentina, acredite-se, já jogou lá. Continua sendo chamado de El Viaducto. Em setembro do ano passado, o Arsenal fechou uma parceria por 50 anos com o Barcelona... que passou a ter a opção de comprar jogadores jovens do clube. O convênio, resumidamente, terceirizaria as divisões de base do Arsenal para o time catalão – que investiria 300 mil eurous e administraria a revelação de valores. Os verbos estão no condicional porque, como anotou o repórter Thiago Dias - aqui do Globoesporte.com - o Barcelona desistiu do convênio rapidinho, cinco meses depois de assiná-lo.
Sou um pouco mais velho que vc tenho 38 anos, mas em casa, meu caro, tenho uma enciclopédia do futebol que se chama Henrique, (meu tio Henrique), foi ele quem me ensinou o que é futebol e me mostrou que acima de um grande palmeirense teria que existir um grande torcedor de futebol, e acredite se quiser até elogios ao nosso maior rival, (Corinthians), ele fazia questão de dizer quando nos anos em que ele por sua vez era melhor que o, "nosso verde", o jeito que ele fala do seu Palmeiras.
Os Jogos Pan-Americanos de 2007 serão o maior evento esportivo já visto e produzido no Brasil. E hoje, a 100 dias do evento, mencionar a palavra PAN provoca um sorriso cético aqui, um comentário irônico ali, uma indignação revoltada acolá. A desconfiança é generalizada. Com a multiplicação de reportagens sobre explosão orçamentária, atraso de obras e desorganização... a sensação de que o PAN pode ser um mico já virou verdade em todo bate-papo de esquina. E essa é a melhor notícia que o evento pode ter. Porque não há nada melhor para o sucesso de um evento do que baixa expectativa.
Romário não ficou nada satisfeito com as entrevistas dos jogadores do Botafogo depois do clássico. Em especial com Túlio, que disse hoje à tarde, no Globo Esporte e no Arena Sportv, que “quem sorri antes do jogo pode sorrir amarelo depois”. Não que a declaração de Túlio tenha sido provocativa ou mesmo inflamável. Foi até singela. Mas o famoso alguém viu... e o mesmo famoso alguém contou para Romário, temperando com pimenta e traduzindo as palavras do jogador do Botafogo como “quem ri por último, ri melhor”.
