
A página da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (www.fferj.com.br) está fora do ar. Deve ter entrado no recesso decretado pelo presidente da entidade, Rubens Lopes, na última sexta-feira. Um recesso politicamente maroto – decretado tão logo a juíza Márcia Cunha afastou Lopes mais uma vez da presidência da entidade. A idéia da "situação" é obter alguma decisão judicial cassando o afastamento até a próxima segunda-feira, quando a Federação será obrigada a tomar conhecimento oficial do despacho. Antes disso, porém, tem jogo. As semifinais da Taça Guanabara serão disputadas no fim-de-semana. Interessante é saber quando e onde se dará o sorteio dos árbitros para os dois jogos. Em tese, o recesso se estende a todas as atividades e sedes da Federação. É realmente carnavalesco o futebol do Rio. Mas, dizendo isso, vamos à Caixa Postal da quinzena.
Impressões de quem viu de perto as conseqüências dos 4000m de Potosí. Como se não bastasse a falta de oxigênio, o frio era absurdo, com vento e chuva geladíssimos. Mas joga-se na Ucrânia e em Moscou abaixo de zero, alguém pode dizer. Mas por lá existe toda uma estrutura para proteger o ser humano dessas condições. Na Bolívia, se o Flamengo não tivesse levado tubos de oxigênio, os jogadores poderiam ter um problema mais sério. Os vestiários não tinham aquecedor, nem bancos nem cadeiras. Sentava-se no cimento gelado. Quando está calor, está calor para os dois lados. O mesmo vale para o frio. Quando se está a 4000m há clara vantagem para um dos lados. Alguém disse aqui num comentário que o calor mata e a altitude não. Esse torcedor deveria pesquisar. A altitude mata. A hipotermia mata.